Demitido - Demorou
Segundo informações recebidas pelo Cangablog a demissão do polêmico comentarista Luiz Carlos Prates foi decisão da direção da RBS em Porto Alegre. Prates voltava de férias e, imagino, não encontrou seu cartão ponto na parede da empresa. Ao perguntar para o porteiro pelo seu cartão deve ter sido aconselhado a passar no departamento pessoal. Bem ao estilo da empresa.
O motivo da demissão teria sido o comentário feito por Prates em sua participação no Jornal do Almoço quando desancou nos “pobres miseráveis” que hoje tem carro. Segundo Prates “esses miseráveis” seriam os culpados pelos acidentes de trânsito.LEIA MAIS
Desempenhando um personagem que o levou a demissão, ou não, a força da opinião pública (ou, a conveniência) tirou o personagem e seu dono de circulação. A pessoa fazia o que lhe mandavam, ou o que lhe permitiam. Mas, quando o desempenho (SIC) atingiu a própria empresa em que trabalhava, ele foi demitido. Não há como descolar o personagem da empresa afiliada a Globo. Não há demissão que desconstrua a história de uma empresa. Quando falava alguma coisa, falava na empresa, como se fosse a empresa.
Preconceituoso em vários sentidos (sim, homófobo também) o personagem ou o seu dono foi afastado de todas as atividades: comentarista no Jornal do Almoço - programa de TV diário, locutor em rádio - CBN Diário e escritor com coluna fixa na primeira página do Diário Catarinense. Por incrível que pareça, foi a Record que levou o assunto a rede nacional e, deu no que deu.
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