48h para acabar com o corte dos oceanos

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Roberto Warken
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---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Stephanie B - Avaaz.org <avaaz@avaaz.org>
Data: 13 de setembro de 2011 18:35
Assunto: 48h para acabar com o corte dos oceanos
Para: "warken@gmail.com" <warken@gmail.com>


Queridos amigos,

Nossos oceanos estão sendo dizimados -- pescas de arrastão em água profundas estão acabando com os solos dos nossos oceanos e deixando para trás vastos terrenos baldios. Em 48 horas o encontro de pesca das Nações Unidas poderá parar com essa destruição sem sentido. Entretanto, isso só acontecerá se levantarmos nossas vozes agora. Assine encaminhe para todos: :

Nossos oceanos estão sendo sistematicamente destruídos e temos 48 horas para dar o alarme. As indústrias pesqueiras usam longas correntes com discos de metal pesado para arrastar suas redes pelo solo dos oceanos à procura de peixes esmagando tudo que está em seu caminho. A pesca de arrastão é como desmatar uma floresta para pegar um papagaio -- e somente nosso protesto poderá impedir essa prática.

Em dois dias, legisladores da ONU se encontrarão para rever os impactos dessa prática mortal. Nações das ilhas do Pacífico estão lutando para salvar seus oceanos e apelaram para os membros da Avaaz para que criássemos um alarme global. Essa é a nossa chance de vencer -- se nós levantarmos nossas vozes agora, isso vai dar força para essas pequenas nações contra os grandes países pesqueiros e irá encorajar grandes atores como os EUA e Austrália, que já baniram a pesca de arrastão das suas águas, a apoiarem essa ilhas do Pacífico.

Vamos fazer um chamado urgente para impedir essa destruição sem sentido nos nossos oceanos -- e delegados irão entregar nossas vozes diretamente no encontro das Nações Unidas. Assine agora e envie para todos:

http://www.avaaz.org/po/stop_ocean_clear_cutting/?vl

Os enormes navios de pesca de arrastão se mudam sistematicamente de um ecossistema no fundo do mar para outro, esmagando corais, sugando todas as criaturas vivas e deixando um vasto deserto para trás que não se regenerará por centenas de anos. Em um único arrastão, alguns navios são capazes de limpar uma área do tamanho de 5000 campos de futebol. Canadá, Rússia e Espanha lideram espalhando essa destruição pelas águas mais diversas e preciosas do mundo.

Grandes nações pesqueiras já tiveram 6 anos para estudar os efeitos da pesca de arrastão e mudar para práticas mais sustentáveis. A maioria tem falhado em cumprir seus compromissos com a proteção dos oceanos e continua direcionando recursos enormes -- mais de 162 milhões de dólares por ano -- para o arrastão dos oceanos.

O encontro dessa semana é o nosso momento para mudar a maré dessa destruição. Um grupo de cientistas marítimos internacionais recentemente pediu que acabassem permanentemente com a pesca em águas profundas, e a Comissão de Pesca da União Européia se manifestou contra os subsídios do governo para a pesca de arrastão. O momento está crescendo, mas é preciso um enorme clamor público global para transformar o encontro da ONU num momento importante de responsabilidade. Junte-se ao chamado para salvar os oceanos, assine a petição agora e envie para seus amigos:

http://www.avaaz.org/po/stop_ocean_clear_cutting/?vl

No ano passado, os membros da Avaaz providenciaram um apoio crucial para a Grã-Bretanha criar a maior reserva marinha do mundo perto do arquipélago de Chagos. Nós também ajudamos a impulsionar um encontro internacional sobre baleias, ganhando uma prorrogação na proibição da caça mundial. Quando trabalhamos juntos, nós realmente fazemos a diferença para preservar nossos mares e a riqueza das criaturas do mundo. Vamos juntos apoiar agora as nações do Pacífico e todos os defensores dos oceanos e inaugurar uma nova era de conservação e proteção.

Com esperança,

Stephanie, Iain, Antonia, Emma, Ricken, Alice, Wissam e toda a equipe da Avaaz

Mais informações:

Pesca em águas profundas ameaça espécies 'novas', diz estudo (Folha de S. Paulo)
http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u35840.shtml

Pesca de arrastão diminui número de peixes nos EUA (Guia da Pesca)
http://www.guiadapesca.com.br/geral/pesca-de-arrastao-diminui-numero-de-peixes-nos-eua/

Bruxelas não quer aumentar pesca em águas profundas (Lusa)
http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=1562

Investimento em pesquisa e conservação é fundamental para preservar a vida marinha (Scientific American Brasil)
http://www2.uol.com.br/sciam/artigos/pesca_e_pesquisa_no_mar_profundo.html


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Ex-vendedor de picolé em represa tem hoje 4.000 funcionários

MARIANA BARBOSA

Ex-vendedor de picolé em represa tem hoje 4.000 funcionários

DE SÃO PAULO

Aderbal Nogueira entrou na Nutrin há 18 anos como auxiliar de almoxarifado. Há três anos, assumiu a presidência da companhia.

Sob seu comando, a empresa mais que dobrou de tamanho. Passou do faturamento de R$ 110 milhões, com a gestão de 150 restaurantes empresariais, para R$ 250 milhões e 410 restaurantes. O número de funcionários aumentou de 1.500 para quase 4.000.

Neste depoimento, Nogueira, filho de doméstica e vendedor de picolé na infância, conta como hoje chegou à liderança da empresa de restaurantes corporativos.

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Adriano Vizoni/Folhapress
O executivo Aderbal Nogueira, ex-vendedor de picolés e hoje presidente da Nutrin

*

Sou baiano de Xique Xique, oeste da Bahia. Filho de mãe baiana e pai pernambucano. Quando tinha três anos, meu pai se separou da minha mãe e ela foi para São Paulo trabalhar de doméstica.

Eu fiquei com meus avós. Um ano e meio depois, minha mãe já estava com a vida ajeitada e foi me buscar. Fomos morar no Cambuci (centro).

Minha mãe casou de novo, com um metalúrgico. Desses que são fãs do Lula para ele, é Deus no céu e Lula na Terra. Tiveram dois filhos.

A vida sempre foi muito dura, minha mãe ganhava muito pouco. O dinheiro do padrasto, que considero o meu pai, pagava o aluguel. O salário da mãe ia pra comida. Eles colocaram nós três na escola e diziam que a gente tinha de estudar.

Aos dez, vendo a dificuldade da família, fui vender picolé na represa de Guarapiranga. A gente morava em Interlagos. Eu estudava de manhã; à tarde, vendia picolé.

O bairro era muito pobre. Mas a gente conseguia ser feliz. Meus avós vinham sempre da Bahia nos visitar.

Em 1982, meu pai ficou desempregado. Foi um tempo difícil. Minha mãe resolveu que queria voltar pra Bahia. A família toda foi junto.

Montamos um açougue, trabalhei carregando carne. Mas não deu muito certo e voltamos de novo para São Paulo. O pai sempre dizia que, para onde quer que fosse, carregaria a família toda.

Quando voltamos, eu queria fazer faculdade, mas não tinha dinheiro. Arrumei emprego de office-boy na empresa Stanley-Home. Mas o dinheiro era pouco.

Um amigo me deu um toque sobre um trabalho de figurinista de circo. Nos dias em que não precisavam de figurinista, eu vendia pipoca e chupe-chupe na porta do circo. Cheguei a ganhar muito dinheiro no circo.

Com quatro ou cinco apresentações, tirava mais que o salário de office-boy. Assim, consegui fazer faculdade. Me formei em contabilidade na Unip (Universidade Paulista).

Há 18 anos, meu antigo chefe foi para a Nutrin, em Americana (SP), e me levou. Entrei como auxiliar de almoxarifado e passei por todas as áreas: financeira, compras, contas a pagar e até pelo restaurante.

Há três anos, a empresa passou por processo de profissionalização e fui convidado a assumir a presidência.

Depois de 20 anos pagando aluguel, hoje tenho uma casa confortável, digna de presidente de empresa, com piscina e churrasqueira.

Também comprei uma moto grande, uma BMW K1300, que era um sonho que eu tinha. Antes, tinha uma Honda CG 125.

Estou onde estou hoje pois nunca parei de estudar. Meus filhos, uma menina de 17 e um menino de 15, querem estudar medicina e direito.

Procuro mostrar-lhes o valor das coisas. A gente viaja para fora do país todo ano, vai a bons restaurantes. Mas dentro de limites, não sou de esbanjar, de tomar uísque caro.

Desde que assumi a Nutrin, a empresa mais que dobrou de tamanho.

Passou do faturamento de R$ 110 milhões, com 150 restaurantes e 1.500 funcionários, para R$ 250 milhões, 410 restaurantes e quase 4.000 funcionários.

O baiano aqui trabalha, você pensa o quê?

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/971906-ex-vendedor-de-picole-em-represa-tem-hoje-4000-funcionarios.shtml


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Roberto Warken
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Independência de quem?

Hoje é 07 de setembro. Dia da Independência.
Gostaria de escrever muitos artigos sobre o que é se ver livre de amarras, de códigos de regras que nos fazem pensar que pertencemos a outra cultura, a uma categoria inferior, mas só tenho duas perguntas a fazer:

Porque devemos comemorar a independência de um país que permite que pessoas LGBT´s sejam vítimas de apartheid de gênero; onde o partido da candidata indicada pelo ex-presidente Lula estabeleceu "alianças estratégicas" com nossos algozes para chegar onde está; onde leis beneficiam pessoas jovens violentos e preconceituosos e adultos aculturados por instituições homofóbicas que cismam que estão sendo perseguidas por conta de uma liberdade de expressão que nem sempre existiu; que nos obriga a ter menos direitos que os outros mas, os mesmos deveres que os outros?

Porque devemos comemorar uma independência de um país que nos retira tudo que nos torna INDEPENDENTES, especialmente a igualdade prevista na Constituição ?

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Programação da Semana da Diversidade

PROGRAMAÇÃO DA II SEMANA DA DIVERSIDADE DE FLORIANÓPOLIS

PROGRAMAÇÃO

06/09
– Ato Público em Frente à Catedral Metropolitana de Florianópolis, às 12h.
– Abertura Oficial da Semana da Diversidade de Florianópolis, no Teatro da UBRO, às 18h30min
– Mesa Redonda: Arte e Comunicação LGBT, no Teatro da UBRO, às 18h30min

07/09
– Participação na Manifestação “Grito dos Excluídos” (Faixa com os dizeres: HOMOFOBIA MATA).
– Peça Teatral “Entre Iguais” (Cia. Vanguarda), apresentação no Teatro da UBRO, às 18h

08/09
– Mesa Redonda: História do Movimento suas Conquistas e Avanços, às 18h30min
– Peça Teatral “Jardim de Joana”, apresentação no Teatro da UBRO, às 20h30min

09/09
– Conferência Regional da Grande Florianópolis, que acontecerá na Assembleia Legislativa do Estando de Santa Catarina, com início dos trabalhos às 13h. Na Conferência terá a Mesa Redonda sobre Políticas Públicas e a Decisão do STF e seus desdobramentos (Patricia Fontanella – OAB/SC) as 14h30min.

10/09
– Peça Teatral “Orlandx”, apresentação no Teatro da UBRO, às 19h

11/09
– 6ª Parada da Diversidade de Florianópolis  

ENDEREÇOS:
§ Teatro da UBRO – Escadaria da Rua Pedro Soares nº 15 – Centro. Fundos do Colégio Bom Jesus. Fone (48) 3222-0529
§ Assembléia Legislativa do Estado de Santa Catarina – Palácio Barriga Verde, Rua Doutor Jorge Luz Fontes, 310, Florianópolis/SC. Fone (48) 3221-2500

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