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>Linksmania< [EBOOK] O Senhor da Chuva



O Senhor da Chuva

» Dados do Ebook
Nome do livro: O Senhor da Chuva
Nome do Autor: André Vianco
Gênero: Ficção/Terror
Ano de Lançamento: 1998
Editora: Novo Século
 
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olinda898
 
» Sinopse
Anjos e demônios entram em guerra numa dimensão que não podemos enxergar. As
conseqüências são imediatas. Criaturas de luz precisam de nossas orações para
vencerem os seres das trevas. Uma aventura cheia de emoção, fé e adrenalina.
 
» Comentários
O primeiro grande romance que André Vianco considerou “de gente grande” e por ele é considerado seu primeiro livro para valer. Escrito entre 1997 e 1998 quando o autor
trabalhava de madrugada no teleatendimento de uma empresa de assessoria a usuários
de cartão de crédito. O Senhor da Chuva tem grande influência de um livro gospel que
o autor lera há cerca de 12 anos antes de concebê-lo. Narra a história de dois irmãos
gêmeos, um traficante da cidade e outro fazendeiro do interior de São Paulo as voltas
com uma guerra entre anjos e demônios. Em conseqüência desse combate no mundo paralelo, um anjo acaba possuindo o corpo do traficante para esconder-se de feras demoníacas que tentavam exterminá-lo. Fazendo isso o anjo quebra umas das regras sagradas... bem, o resto é melhor conferir nas páginas de “O Senhor da Chuva”.

Preço: R$ 39,00
Aqui é de graça.
Ripper desconhecido.
 
» Tutoriais Recomendados
 
»Informações
Nº de páginas: 266
Tamanho: 1,12 Mb
Formato: Rar
»Senha
Senha Indisponível ou desnecessária
»Download
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Inclusividade - Diversos Exercicios para pessoas com deficiencia

Recebi e compartilho!

Roberto Warken



---------- Forwarded message ----------
From: cristiane maria dos santos <cris.dickinson@ig.com.br>
Date: 2009/6/28
Subject: >Linksmania< Re: educacional - Diversos Exercicios para pessoas com deficiencia
To: linksmania08@googlegroups.com





 
 
 
 
 

É promover a inclusão social da pessoa com deficiência, utilizando a arte, a cultura e a educação como ferramentas para a diminuição das diferenças e como alicerces para a sustentabilidade e o exercício da cidadania.

site para conhecer o trabalho:

www.vezdavoz.com.br/materiais/

link com todos os exercicios:
 
 

Exercícios de Datilologia - pelo pr. Cláudio Ramalho (surdo)


Maria José Girioli propõe materiais didáticos para crianças com e sem deficiência.
Coordenação Motora Fina




Matemática


Coordenação Motora


Coordenação Motora Fina

Discriminação Visual

Matemática

Matemática
Matemática
Desenvolvimento de Lateralidade
Desenvolvimento de Lateralidade
Desenvolvimento de Lateralidade
Atividades
Reconhecimento de Direção
Desenvolvimento da Lateralidade
Reconhecimento de Direção
 
 
 
DICAS DE LEITURA

*MÃOS DE VENTO E OLHOS DE DENTRO - Lô Galasso - Editora Scipione
Fala da amizade de duas crianças, uma delas cega que gosta de poesia e um vidente que adora observar o céu para ver as formar das nuvens.

*NÓS FALAMOS COM AS MÃOS - Fraz-Joseph Huainigg - traduzido e adptado por Sâmia Rios - Editora Scipione
Trata sobre surdez.Uma menina que pensa que a mãe tem poderes mágicos.

*ARCA DE NINGUÉM - Editora Scipione
Fala das diferenças e que todos têm o seu valor, ninguém é melhor ou mais importante do que o outro.

*O GRANDE DIA - Patricia Engel Secco - Editora Melhoramentos
É a história de um menino cadeirante que se torna o técnico do time de futebol da escola.Por não ter ninguem para jogar xadrez com ele no intervalo , observa os colegas jogarem futebol e gradativamente começa a aplicar as estratégias do xadrez no futebol.

DICAS DE LEITURA COM DOWNLOAD GRATUITO PELA INTERNET





                                             
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VOCÊ JÁ SE ARREPIOU HOJE?

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Anexo está um PowerPoint para ser visto com as caixas de som em volume alto, ou fone de ouvido.


VEJA  E ESCUTE O PAI NOSSO EM RITMO FLAMENCO.

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AntiAIDS vira droga "recreativa" -

O que você vai ler é similar ao que ocorreu com o próprio surgimento do vírus HIV.
Você pensa que não acontece no seu País,
Você pensa que não acontece no seu Estado
Você pensa que não pode na sua Cidade
Você pensa que não pode acontecer no seu bairro.
Você pensa que não pode acontecer na sua vizinhança.
Você pensa que não pode acontecer na sua família? 

Roberto Warken



RECEBI, ESTOU "ESPANTADO" E REPASSO
Ao final, deixe seu comentário, por gentileza
 

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

O ESTADO DE S.PAULO

Editoria:

Pág.

Dia / Mês/Ano:

CIDADES/METROPOLIS

 

28/JUNHO/09

 

AntiAIDS vira droga "recreativa"

 

Trio formado por ecstasy, remédios contra impotência e para combate ao HIV é usado para esquentar a noitada

 

Fernanda Aranda

 

Um trio perigoso começou a frequentar salas escuras de baladas e festas particulares, predominantemente procuradas pelo público gay. É a mistura de três pílulas - medicamento contra impotência, ecstasy e uma das drogas usadas no coquetel antiAIDS - que revela não apenas a postura suicida dos jovens com relação às doenças sexualmente transmissíveis como também a necessidade, a qualquer custo, de "alucinar" durante as noitadas.

 

O pagamento de até R$ 200 pela tríplice de comprimidos é justificada com argumentos que têm aterrorizado quem os escuta: o ecstasy é para pirar, o remédio antidisfunção erétil, para ter fôlego, aguentar todas as relações sexuais e aumentar a libido e o remédio contra AIDS é porque sabem que vão fazer sexo sem CAMISINHA depois de tanta piração. Acreditam que o remédio pode impedir a infecção, o que não tem nenhuma comprovação científica. Usuários dizem que já havia a cultura de recorrer a fortes medicamentos para tratar o HIV pós-sexo de risco, chamado de "coquetel do dia seguinte". Agora, as baladas mostram que engatinha a "moda" da pré-exposição.

 

O comportamento negligente não para aí. A combinação de remédios usada para tratar o vírus HIV, importante conquista para a sobrevivência dos pacientes soropositivos, também foi desvirtuada para a categoria de "drogas recreativas".

 

SEM LIMITE DE GRUPO

 

Além da ideia extremamente perigosa de que pode ser uma proteção para a roleta russa que é ter relações sexuais sem PRESERVATIVO, também é consumido para dar um "plus no barato", com o intuito de conseguir aumento da ereção e alucinação. O alerta dos especialistas quanto à prática é que mesmo que esse comportamento arriscado hoje esteja restrito ao grupo gay (e endinheirado), a história da AIDS já mostrou que a doença não segue nem respeita orientações sexuais.

 

"É uma situação que nos preocupa porque acende a suspeita de um comércio paralelo de antirretrovirais (medicamentos do coquetel antiAIDS)", afirma o presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Juvêncio Furtado, que em seu consultório já ouviu o relato de pelo menos seis pacientes que contaram como o trio tem sido usado na noite paulistana.

 

"No início da epidemia de AIDS (anos 80), havia um contrabando da medicação que acabou quando foi ampliada a cobertura dos pacientes pelo Sistema Único de Saúde (em 1996). Ainda que nada tenha sido comprovado, essa hipótese agora volta à tona."

 

Atualmente, todos os cerca de 600 mil portadores de HIV que residem no Brasil são assistidos pelo programa nacional e gratuito que cuida da AIDS no País. Aqueles que estão em fase mais debilitada de saúde, com a carga viral da doença alta, recebem gratuitamente uma combinação de antirretrovirais, elaborados individualmente para cada paciente. A distribuição é totalmente controlada, não há venda em farmácia, mas o comportamento negligente dos próprios soropositivos é o que fomenta as noites alucinantes de quem prefere usar todos os tipos de drogas e arriscar um comportamento vulnerável.

 

"Os antiAIDS são vendidos nas festas por gente que toma o coquetel. Não tem um comprimido X ou Y. É qualquer um", diz Lucas (nome fictício), SOROPOSITIVO e testemunha desse hábito que vem ganhando corpo nas noites. Leandro (também nome fictício), que durante dois meses deste ano foi adepto do antirretroviral antes da bebedeira pré-sexo sem proteção, conta como conseguia o remédio.

 

PIOR RESSACA DA VIDA

 

"Por muitas vezes comprava de pessoas que conhecia e são portadoras. Em outras, com amigos de amigos", afirma ele, que graças à mistura conseguiu a pior ressaca da vida: o medo de agora estar contaminado. "É muito fácil encontrar os medicamentos para venda. São comercializados como droga até mesmo nas baladas."

 

Esses relatos já chegaram aos ouvidos de Maria Filomena Cernicchiaro, diretora do Ambulatório do Centro Estadual de Referência e Treinamento em HDST/AIDS de São Paulo. "É impressionante", diz, lamentando duplamente, tanto pelo descaso com a AIDS, quanto pelo abuso de drogas que está por trás dessa opção. "É preciso ter consciência. Os medicamentos mudam todo o mecanismo celular, podem causar diarreias severas. Infelizmente, a geração atual associa a prevenção do HIV a um comprimido."

 

BOMBA-RELÓGIO

 

O infectologista do Hospital Albert Einstein Artur Timerman ressalta que o trio de drogas que passou a frequentar as baladas é uma bomba para o coração, coleciona efeitos colaterais, muitos ainda nem mensurados pela medicina, além de representar uma ameaça ainda mais séria para o controle da epidemia da AIDS. "O uso indiscriminado é uma ode à irresponsabilidade, pode deixar o organismo resistente ao medicamento", afirma . "Isso significa que, se um dia a pessoa precisar do coquetel porque foi contaminada, não vai funcionar."

 

O número de adeptos da mistura potencialmente letal ainda não foi calculado no País. "Já ouvimos falar muito sobre o uso desvirtuado dos antirretrovirais, misturados a outras drogas, mas nunca conseguimos detectar a veracidade disso por meio de estudos científicos", afirma o médico Ésper Kállas, da Faculdade de Medicina da USP, que coordena pesquisas sobre o assunto no Hospital das Clínicas. "No ano passado, um dos médicos que é colaborador do nosso projeto fez um trabalho para tentar mapear esse comportamento em São Francisco, um redutos gay dos Estados Unidos", afirma. A coleta de dados foi feita em circuitos de bares e clínicas. Os resultados mostram que 18% já ouviram falar no trio, parcela que caiu para 2% quando a pergunta era se "uma pessoa conhecida" já fez a pré-profilaxia. "A porcentagem caiu para 0,12% quando o questionamento foi se você já fez uso. "Há dificuldade em identificar se é verdade", diz Kállas.

 

Se essas estatísticas ainda colocam dúvidas sobre o comportamento, outras duas endossam o risco do abuso de drogas e do sexo sem proteção. O último relatório da Fundação Oswaldo Cruz mostra que o País alcançou recorde de mortes por overdose. E o Ministério da Saúde reforçou que a doença avança entre gays jovens.

 

 

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

O ESTADO DE S.PAULO

Editoria:

Pág.

Dia / Mês/Ano:

CIDADES/METRÓPOLIS

 

28/JUNHO/09

 

Tomou só para ir à balada. Hoje, sente vergonha 

 

O medo do HIV sempre rondou mas, sozinho, nunca foi suficiente para fazer da CAMISINHA uma regra. Quando a noite ainda prometia bebedeira, aí mesmo que o juízo ia embora. Quando um amigo falou que o outro tinha escutado que tomar um medicamento antiAIDS poderia tirar a preocupação da balada e só deixar o prazer imperar, ficou difícil não cair na tentação. Professor de educação física, Leandro tomou mais uma vez a PÍLULA do antirretroviral como se fosse uma preparação para a balada. Hoje, mesmo envergonhado, tenta convencer os amigos a não repetir o mesmo erro.

 

O uso da pré-profilaxia ainda não é reconhecido por todos os especialistas. Os médicos têm dificuldade de definir se é boato ou prática corriqueira. A única pesquisa feita sobre o assunto, no ano passado, mostrou que é uma prática rara. Ainda que o receio de alarmismo impere, Artur Timerman, infectologista do Hospital Albert Einstein, avalia que é preciso alertar sobre os riscos. Os casos hoje isolados, restritos a um público, podem se espalhar. "Já foram descritos casos de convulsão resultantes da mistura de antirretrovirais e outras drogas. E o comportamento de descaso com a AIDS é assustador."

 

 

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

O ESTADO DE S.PAULO

Editoria:

Pág.

Dia / Mês/Ano:

CIDADES/METRÓPOLE

 

28/JUNHO/09

 

Usuários deturpam pesquisas, diz especialista 

  

A ideia de recorrer aos antirretrovirais, tanto antes de fazer sexo sem proteção como depois, na tentativa de corrigir "a besteira", tem origem nas informações deturpadas sobre a ciência médica.

 

Segundo os especialistas ouvidos pela reportagem, a procura indiscriminada pelo turbilhão de medicamentos após a relação sexual sem PRESERVATIVO, já chamada de "coquetel do dia seguinte", começou porque chegaram ao público informações erradas sobre o protocolo de saúde. São dois casos em que não portadores são orientados a tomar a medicação. Primeiro, quando a pessoa é vítima de violência sexual, para evitar um possível contágio. Ou quando um profissional de saúde (médico, dentista, enfermeiro) sofre um acidente de trabalho e tem contato com sangue do paciente.

 

"A indicação é restrita e não há nenhuma comprovação de que funciona como estratégia de prevenção", afirmou Maria Filomena Cernicchiaro, do Centro Estadual de Treinamento em HDST/AIDS. "Mas temos recebido pessoas que querem o medicamento porque esqueceram do PRESERVATIVO depois da noitada. Alguns já chegaram até a ameaçar com violência diante da recusa, sem nem cogitarem os efeitos colaterais que essas medicações podem acarretar."

 

Já a proposta de ingerir os medicamentos antirretrovirais antes mesmo de ter a relação sexual foi sequela de uma deturpação de novas pesquisas da medicina. "Começaram testes iniciais em camundongos sem ainda nenhuma evidência de que funcionam", afirma Éper Kállas, pesquisador da Faculdade de Medicina da USP.

 

Em 2006, um grupo de médicos coordenado por Kállas começou a estudar a pré-profilaxia em algumas pessoas que têm comportamento de altíssimo risco (como frequentadores de casas de sexo grupal que não usam PRESERVATIVO). O chamado Iprex (www.iprex.org.br) teve 40 voluntários cadastrados. "Estamos estudando, mas ainda não temos nenhuma resposta para as perguntas se é seguro, tolerável e eficaz", ponderou Kallas.

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Google se suma a la celebración del mes del Orgullo LGTB

google.jpg

 

Google, sin duda alguna el buscador más popular de internet, ha querido sumarse a lo largo de este mes de junio a la celebración del Orgullo LGTB. Cuando se hacen ciertas búsquedas relacionadas con el ámbito gay, lésbico, transexual o bisexual, la tradicional línea azul que separa la parte superior de la imagen de la lista de resultados se convierte en una discreta línea arco iris.

La iniciativa responde, según han explicado portavoces de Google, en la declaración de junio de 2009 como mes del Orgullo LGTB por parte del presidente de Estados Unidos, Barack Obama.

Eso sí, la búsqueda ha de realizarse con términos que existan en inglés. Puedes probar, por ejemplo, con “gay” o “lesbian”. Esperamos que en el futuro este tipo de iniciativas se extiendan a la versión castellana del buscador.

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Viciados em Livros< [Revista] Science (26/06/2009)




Science (26/06/2009)

 

 

Revista: Science

Idioma: Inglês

Data: 26/06/2009

Formato: PDF

Páginas: 156

Tamanho: 24,1 mb

Scan & PDF: Antfer

 

Bitroad:  http://snipurl.com/af677brd



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O que é a criatividade?

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Fantástica propaganda da Toyota

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ADEUS MICHAEL. OBRGADO! Você marcou minha geração

Sim!

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Que tipo de máscara usar? O que ler? O que não é corresponde ao que se espera?

SOMENTE TExTO

  
Atenção:
Se quiser passar esta informação para outra pessoa, não faça spam.
Indique os endereços:
www.warken.floripa.com.br - acesse os Blog's,
http://www.wix.com/warken/consultoria , acesse o Blog
http://www.wix.com/warken/meusite, acesse o Blog
Se quiser receber este, mande um e-mail

 Olá!
Como vai?
Meu nome é Roberto Warken,
Sou consultor e espero ajudar você a entender sobre se deve ou não
usar máscara contra H1N1 (seja para não transmitir, seja para não
contaminar-se). Então, vejamos:
A maioria das pessoas que usa máscara contra a gripe H1N1, usa erroneamente.
A maioria das pessoas usa máscara para não transmitir, quando poderiam
usar máscara para não contaminar-se
Uma informação tão óbvia deveria estar em lugares públicos.
Pensando nisso pesquisei alguns sites. Vejamos esta pérola:
http://noticiascbmpb.blogspot.com/2009/05/mascaras-contra-gripe-suina-h1n1.html

  
Máscaras contra Gripe Suina H1N1 influenza Tipo A

 via Belfiglio.NET
________________________________
Fonte: Jornal da Internet

 A máscara acima, tem toda a conformação, construção, de máscaras para
que as gotículas do espirro ou da saliva não passem do usuário para o
público.
Duas possibilidades. Os modelos da foto simulam estar com a gripe. A
referência está errada. Leia mais sobre isso abaixo.
O Ministro da Saúde já afirmou que é inevitável a chegada da gripe
suína no Brasil.

 Desta forma é questão de tempo para que a gripe se propague por todos
os estados do país.

 Se casos da gripe forem confirmados será prudente fazer uso de
máscaras quando estivermos em locais fechados, lugares públicos com
grande concentração ou circulação de pessoas.

 Segundo a OMS o uso de equipamentos individuais de proteção como as
máscaras pode reduzir, mas não elimina, a possibilidade de
contaminação.

 Mas que tipo de máscara devemos comprar? Atualmente existem muitos
tipos de máscaras que podem ser compradas no mercado. É importante
conhecer cada tipo de máscara para fazer a escolha correta.

 Vamos conhecer os tipos de máscara que podemos encontrar e suas
características para prevenir contra o vírus da gripe que atualmente
deixou de ser chamado de gripe suína e passou a se chamar gripe tipo
A, gripe influenza A ou gripe H1N1.

 Máscara Descartável para Poeira ( não serve, não use )
É um tipo barato de máscara muito utilizado para diminuir a inalação de poeira.

 Ela normalmente é desenvolvida par barrar partículas solidas não sendo
apropriada para impedir a contaminação por agentes biológicos como um
vírus.

 Ela diminui sua exposição ao vírus mas não é totalmente eficiente.

 Veja a foto da máscara ao lado.
É a mesma usada nos pelo casal de modelos acima

 Máscara Cirúrgica ( não serve, não use )
Este é o tipo de máscara que está sendo distribuída pelos governos.

 Ela é descartável e barata. (e, é a errada para quem não quer se contaminar)

 Uma caixa de máscaras cirúrgicas custa menos de R$ 15,00 com 50
unidades. Ela diminui seu contato com o ar contaminado pelo vírus mas
não evita o contato existindo ainda a possibilidade de contaminação
caso uma pessoa muito próxima de você tussa ou espirre.

 Você pode observar que pode ocorrer a passagem de ar pelas laterais da máscara.

 Com o passar do tempo ela fica humedecida devido a sua respiração e o
ar deixa de passar pela máscara e passa a penetrar pelas laterais
entre seu rosto e a máscara.

 Segundo informações no site do fabricante da máscara cirúrgica da
marca Descarpack que pode ser facilmente encontrada no comércio, sua
eficiência é de 95% para bactérias.

  
Máscara de Proteção N95
Este tipo de máscara é muito utilizada atualmente por profissionais de
saúde quando estão lidando com pessoas com doenças altamente
infecciosa que se propagam através de gotículas no ar expelidas pela
pessoa doente.

 É o caso da tuberculose e da gripe.
Este tipo de máscara é mais eficiente por ter sido desenvolvida para
esta finalidade.

 As máscaras N95 também são chamadas no mercado de Respirador N95.

 Estes respiradores se enquadram em uma categoria chamada PFF-2 e
precisam seguir a norma 02:011.03-010/199 da ABNT. Esse tipo de
máscara também é indicado para evitar rubéola, sarampo, sars, varicela
e todos os tipos de gripe.

 Um fabricante conhecido da N95 é a 3M com o produto chamado Respirador
1860 N95 que você pode ver na foto.

  
Cuidados com o uso das Máscaras
Você comprou sua máscara cirúrgica ou do tipo respirador N95 e agora
precisa de algumas dicas para utilizar da melhor forma.

 É importante jogar a máscara no lixo depois de 4 a 6 horas de uso. Não
reutilize e nunca compartilhe com outros. Lembre-se de amarrar bem o
cordão da máscara na cabeça ou colocar o cordão elástico atrás das
orelhas.

 Ajuste a haste flexível da máscara no seu nariz.

 Sempre coloque a parte inferior da máscara abaixo do queixo. Sempre
que remover a máscara para jogar fora lave as mãos pois a máscara pode
ter retido o vírus da gripe.
LINKS INTERESSANTES: http://www.crf-rj.org.br/crf/arquivos/Protocolo1.pdf
FALANDO SÉRIO
Excesso de informação pode levar a erro.
Não queremos saber quais são os tipos de máscaras, mas as mais
eficazes para não transmitir, para não contaminar-se, não é mesmo? A
N95, por exemplo, que é usada por médicos, enfermeiras, etc. é um dos
modelos eficientes mas não invulneráveis. Máscaras à exemplo da
máscara cirúrgica PODEM EVITAR CONTAMINAR ALGUÉM, mas NÃO TEM 100% de
garantia devido ao tamanho do vírus. Evite aglomerações Preste atenção
em sintomas parecidos com o da gripe acompanhado de uma febre.
Basicamente, não há máscara que evite contágio neste patamar. A melhor
medida é evitar recintos fechados. Na dúvida, procure um hospital.
Evite o estresse, que baixa a imunidade.
O QUE VOCÊ DEVE LER?
http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/area.cfm?id_area=1534
Responsabilidade Social é, também ensinar corretamente
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Que tipo de máscara usar? O que ler? O que não é corresponde ao que se espera?

Que tipo de máscara usar? O que ler? O que não é corresponde ao que se espera?
Atenção:
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Olá!

Como vai?

Meu nome é Roberto Warken

Sou consultor e espero ajudar você a entender sobre se deve ou não usar máscara contra H1N1 (seja para não transmitir, seja para não contaminar-se). Então, vejamos:

A maioria das pessoas que usam máscara contra a gripe H1N1, usa erroneamente.
A maioria das pessoas usam máscara para não transmitir, quando poderiam usar máscara para não contaminar-se
Uma informação tão óbvia deveria estar em lugares públicos.

Pensando nisso pesquisei alguns sites. Vejamos esta pérola: http://noticiascbmpb.blogspot.com/2009/05/mascaras-contra-gripe-suina-h1n1.html

 
A máscara acima, tem toda a conformação, construção, de máscaras para que as gotículas do espirro ou da saliva não passem do usuário para o público.
Duas possibilidades. Os modelos da foto simulam estar com a gripe. A referência está errada. Leia mais sobre isso abaixo.

O Ministro da Saúde já afirmou que é inevitável a chegada da gripe suína no Brasil. 

Desta forma é questão de tempo para que a gripe se propague por todos os estados do país. 

Se casos da gripe forem confirmados será prudente fazer uso de máscaras quando estivermos em locais fechados, lugares públicos com grande concentração ou circulação de pessoas. 

Segundo a OMS o uso de equipamentos individuais de proteção como as máscaras pode reduzir, mas não elimina, a possibilidade de contaminação.

Mas que tipo de máscara devemos comprar? Atualmente existem muitos tipos de máscaras que podem ser compradas no mercado. É importante conhecer cada tipo de máscara para fazer a escolha correta.

Vamos conhecer os tipos de máscara que podemos encontrar e suas características para prevenir contra o vírus da gripe que atualmente deixou de ser chamado de gripe suína e passou a se chamar gripe tipo A, gripe influenza A ou gripe H1N1.

Máscara Descartável para Poeira ( não serve, não use )
É um tipo barato de máscara muito utilizado
para diminuir a inalação de poeira. 

Ela normalmente é desenvolvida par barrar partículas solidas não sendo apropriada para impedir a contaminação por agentes biológicos como um vírus. 

Ela diminui sua exposição ao vírus mas não é totalmente eficiente. 

Veja a foto da máscara ao lado.
É a mesma usada nos pelo casal de modelos acima

Máscara Cirúrgica ( não serve, não use )
Este é o tipo de máscara que está sendo distribuída pelos governos. 

Ela é descartável e barata.
(e, é a errada para quem não quer se contaminar)

Uma caixa de máscaras cirúrgicas custa menos de R$ 15,00 com 50 unidades. Ela diminui seu contato com o ar contaminado pelo vírus mas não evita o contato existindo ainda a possibilidade de contaminação caso uma pessoa muito próxima de você tussa ou espirre. 

Você pode observar que pode ocorrer a passagem de ar pelas laterais da máscara. 

Com o passar do tempo ela fica humedecida devido a sua respiração e o ar deixa de passar pela máscara e passa a penetrar pelas laterais entre seu rosto e a máscara. 

Segundo informações no site do fabricante da máscara cirúrgica da marca Descarpack que pode ser facilmente encontrada no comércio, sua eficiência é de 95% para bactérias. 


Máscara de Proteção N95
Este tipo de máscara é muito utilizada atualmente por profissionais de saúde quando estão lidando com pessoas com doenças altamente infecciosa que se propagam através de gotículas no ar expelidas pela pessoa doente

É o caso da tuberculose e da gripe
Este tipo de máscara é mais eficiente por ter sido desenvolvida para esta finalidade. 

As máscaras N95 também são chamadas no mercado de
Respirador N95

Estes respiradores se enquadram em uma categoria chamada PFF-2 e precisam seguir a norma 02:011.03-010/199 da ABNT. Esse tipo de máscara também é
indicado para evitar rubéola, sarampo, sars, varicela e todos os tipos de gripe

Um fabricante conhecido da N95 é a 3M com o produto chamado Respirador 1860 N95 que você pode ver na foto.


Cuidados com o uso das Máscaras
Você comprou sua máscara cirúrgica ou do tipo respirador N95 e agora precisa de algumas dicas para utilizar da melhor forma. 

É importante jogar a máscara no lixo depois de 4 a 6 horas de uso. Não reutilize e nunca compartilhe com outros. Lembre-se de amarrar bem o cordão da máscara na cabeça ou colocar o cordão elástico atrás das orelhas. 

Ajuste a haste flexível da máscara no seu nariz. 

Sempre coloque a parte inferior da máscara abaixo do queixo. Sempre que remover a máscara para jogar fora lave as mãos pois a máscara pode ter retido o vírus da gripe.


FALANDO SÉRIO
Excesso de informação pode levar a erro.
Não queremos saber quais são os tipos de máscaras, mas as mais eficazes para não transmitir, para não contaminar-se, não é mesmo? A N95, por exemplo, que é usada por médicos, enfermeiras, etc. é um dos modelos eficientes mas não invulneráveis. Máscaras à exemplo da máscara cirúrgica PODEM EVITAR CONTAMINAR ALGUÉM, mas NÃO TEM 100% de garantia devido ao tamanho do vírus. Evite aglomerações Preste atenção em sintomas parecidos com o da gripe acompanhado de uma febre. Basicamente, não há máscara que evite contágio neste patamar. A melhor medida é evitar recintos fechados. Na dúvida, procure um hospital. Evite o estresse, que baixa a imunidade.

O QUE VOCÊ DEVE LER?

Responsabilidade Social é, também ensinar corretamente

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