Roberto Warken - http://www.warken.floripa.com.br

Ser chamad@ de lés, bi trans, gay seria apenas um detalhe como o fato de eu ser calvo (>Re: Sobre a palavra "lésbica")

Estava aqui pensando sobe este assunto.

Meu pensamento é que, historicamente existem motivos para a troca de nome.
Nos EUA, a mulher pode autodenominar-se lesbian ou gay, que todas as pessoas vão entender.

Aqui no Brasil a coisa é a mesma, porque importamos esta tendência, todavia, pensando enquanto feminista, sou pela manutenção de qualquer nome relativo a identidade da orientação.

Essa coisa da "estética do nome", do "soar bem" o símbolo, tem fortes conotações machistas.

Se na conferência Nacional GLBT, grande número de mulheres e homens fizeram questão de passar o "L"para a frente da sigla, para dar mais visibilidade (sic), me pergunto porque não se aproveitou aquele espaço para sigerir outra coisa mas, uma outra coisa temos que ter em mesnte: não existe nada fixo em nossa sociedade, em nossa cultura. Que as mulheres sejam tratadas como quiserem. O principal, apesar de carregar um auto-preconceito, não é o nome, mas ser respeitada como tal.

A minha atitude em relação a mulher homossexual vai além deste nome. Tem a ver com o mesmo teor de respeito que dou a qualquer pessoa na sociedade.

Como vou respeitar uma pessoa que não se respeita e nem respeita a si?

Neste sentido, se me permitem, eu traço um paralelo com AS TRAVESTIS, e OS TRAVESTIS com o qual designo pelo nome desejado. É outra história, eu sei, ou hermafroditas versus intersexuais, onde existem mais de 30 possibilidade de patologia.

Eu, enquanto participante de uma parcela da sociedade que é escluída pela dita cuja maioria, dou mais importancia aos 37 direitos que não tenho que ao nome pelo qual me tratam. Eu tenho uma identidade civil e/ou social pelo qual eu quero que me tratem e, pertenço a um sub-grupo denominado GAY. Se gosto de gay ou não não é tão importante.
Mas, ao final das contas, duvido que tenhamos um denominador comum.
Não quero que as pessoas se preocupem com a designação de minha orientação. Isso é um mero detalhe. Quero que repeitem o cidadão Roberto Warken e todas as minhas formas de relação.

Nem bissexual quero me auto-denominar, porque não é o sexo que me antecede, mas o fato de ser ALGUÉM, de SER GENTE que quer ser respeitada por ESTE PAÍS QUE ME DESRESPEITA, POR UM PRESIDENTE QUE FAZ DE CONTA QUE ME ACEITA E ME CAÇOA EM PRIVADO.

ALIÁS, ELE QUE BAIXE UMA MEDIDA PROVISÓRIA E DETERMINE QUE TEMOS OS 37 DIREITOS.

Se fossemos mais Unid@s, ser chamado de lés, bi trans, gay seria apenas um detalhe como o fato de eu ser calvo.




____________________________________
Obrigado por ler!

Roberto Luiz Warken, Msc
http://www.warken.floripa.com.br
Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/0679926563049321
warken@floripa.com.br
+55 (48) 9981-1278
Florianópolis, SC, Brasil

Redes
www.xing.com
www.plaxo.com

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Lula e o Casamento entre Iguais

...."

Casamento gay

"Tem homem morando com homem, mulher morando com mulher e muitas vezes vivem bem, de forma extraordinária. Constroem uma vida juntos, trabalham juntos e por isso eu sou favorável. Por isso, eu acho que nós temos que parar com esse preconceito. Que cada ser humano viva sua vida do jeito que bem entender, desde que não moleste a vida dos outros." ..... SiteG1

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La vem mais uma

Ingressos para Kylie Minogue em SP começam a ser vendidos em 25 de outubro
UOL Música - 16/09/2008
http://musica.uol.com.br/ultnot/2008/09/16/ult89u9714.jhtm

Depois de Madonna, um dos maiores ícones LGBT, chegará a São
Paulo, a australiana Kylie Minogue, hehe!

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Você gosta de Dirigir? Que tal um SMART?




"The God (-dess) within me greets the God (-dess) in you."
Citation Rosicrucian

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4.9 com peças originas de fábrica. Único dono.

Levei o maior bolo, no meu aniversário

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A HISTÓRIA DAS COISAS (versão dublada)

Olá!

Preste atenção nos links abaixo:

Minha sobrinha Aline, me mandou um vídeo super bacana denominado: The History of Stuff, e eu vou compartilhar com vocês.
É este aqui: http://imezzo.wordpress.com/2008/06/03/historia-das-coisas-documentario-online/.  Neste endereço aparece a versão legendada para o português brasileiro.
Mas, continue lendo.

Uma parte do comentário que ela faz diz o seguinte: "A História das Coisas é um documentário que expõe as conexões entre um enorme número de importantes questões ambientais e sociais, demonstrando que estamos destruindo o mundo e nós mesmos.
 
Segundo o site do projeto mais de 3 milhões de pessoas já assistiram o vídeo. Foi executado pela empresa Free Range Studios - que já ganhou um prêmio nos EUA como melhor website educacional."...

Pensando na minha sobrinha e em quem não tem paciência para ler as legendas, pesquisei e encontrei uma versão dublada em português do Brasil. Bacana!

O vídeo dura apenas 21 minutos mas a informação que traz é muito importante e foi criado pela ativista Annie Leonard.

Se você quer ler e ver outros materiais sobre isso no Google, não esquente a cabeça. Clique aqui e veja quanta gente criou sites, etc por causa dela. Legal, né?

Vamos aos créditos: Onde encontrei esse material? Foi num blog do jornalista/escritor Jorge Henrique Cordeiro que tem um site muito legal: é o ESCRIBAhttp://www.escriba.org/
Se você quiser colocar a versão legendada no seu site use este endereço para copiar o código: <..embed src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=-3412294239230716755&hl=en" type="application/x-shockwave-flash">
Agora! Se você quer ver o lance, digo, o site original, acesse: http://www.storyofstuff.com/. (detalhe: para que o código do vídeo com legenda aparecesse eu incluí dois pontinhos depois do sinal de menor <, basta retirá-los e colocar no seu site.)


Bem! Aqui está a versão dublada do filme A HISTÓRIA DAS COISAS.
A versão legendada está lá em cima. Escolha, mas veja bem como este vídeo foi feito,
 

O código do filminho acima é o seguinte (não se esqueça de tirar os dois ponto após o sinal de menor <, ok? Lá vai: <..embed src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-7568664880564855303&hl=en&fs=true" type="application/x-shockwave-flash">

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Ladrões de laptops mudam tática para agir em áreas nobres - São Paulo/SP


 

Fonte: http://txt4.jt.com.br/editorias/2008/09/09/ger-1.94.4.20080909.1.1.xml

Motociclistas atacam em trios, usam mala de entregador de pizza e atuam principalmente na Vila Olímpia, Brooklin e Jardins no início da noite

Camilla Haddad, camilla.haddad@grupoestado.com.br 

Quadrilhas especializadas em roubar laptops na Vila Olímpia, Brooklin e Jardins, na Zona Sul, áreas nobres da Capital, mudaram seus métodos de assalto. Até o ano passado, agiam em dupla na mesma moto. Agora, segundo a polícia, atuam em trio - um homem em cada moto numa distância de 40 metros entre eles. Um dos ladrões faz o roubo, enquanto os outros dois dão cobertura, às vezes em um carro, cercando a vítima. O roubo dura no máximo dois minutos e em seguida fogem por ruas da região.

Outra tática é deixar um ladrão sozinho na moto. Ele surge na janela do motorista e ordena que entregue o laptop, quase sempre armado. Para não levantar suspeitas, ele carrega uma mochila nas costas semelhante às usadas pelos entregadores de pizza.

Ainda é comum o assaltante perambular pelos bairros com o capacete na cabeça. Na primeira oportunidade, ele ataca o executivo e leva o computador. "Isso não quer dizer que a população tem de sair correndo ao ver qualquer pessoa com capacete", alerta um investigador ouvido pelo JT .

De acordo com a polícia, os endereços dos roubos dos equipamentos também mudaram. Até dezembro, as gangues assaltavam executivos no congestionamento na Avenida Nações Unidas, entre as pontes do Morumbi e Bandeirantes, na Zona Sul. Depois que os investigadores identificaram esse tipo de delito no local, os ladrões migraram para ruas como a Gomes de Carvalho, no Itaim-Bibi, e Cardoso de Mello, na Vila Olímpia, mas sempre no início da noite. As proximidades de prédios de empresas, hotéis que sediam convenções e universidades são pontos visados.

Ataques noturnos

Dados do 96º Distrito Policial apontam que esse tipo de crime também passou a ser registrado com maior freqüência nas Avenidas Luís Carlos Berrini e Roberto Marinho. Os ataques costumam ocorrer após as 19h30. Segundo policiais, uma operação diária é feita na região. São usadas viaturas descaracterizadas e duas com o símbolo da Polícia Civil.

Quando saía da empresa, na Rua Cardoso de Mello, o administrador de empresas Everson Lopes, de 25 anos, foi surpreendido por dois homens armados. Eram 18h30 e ele deixava o trabalho em direção a um bar, na mesma calçada. "Eu estava com a mochila nas costas, para disfarçar o notebook", contou. "Mesmo assim dois homens armadas me pegaram e depois fugiram em motos. Levaram até meu celular e os documentos."

O rapaz disse que, ao chegar ao 96º DP, foi informado pelo plantonista que casos como o dele eram cada vez mais comuns. "Se a própria polícia diz que é normal, a gente perde a esperança."

Outra vítima, Ate Martinelli, gerente financeiro, de 30 anos, teve o laptop roubado na mesma região. "Um cara estava abaixado, perto da moto, parecia consertar algo. Ele levantou e mostrou um revólver. Eu estava saindo do trabalho e tive de entregar o computador." O caso aconteceu às 19h30. "Se pegar táxi, chamo a atenção. Se for a pé até o estacionamento, também corro perigo. Falta luz ali e ronda da PM."

Segundo o porta-voz do Comando de Policiamento da Capital (CPC), tenente Pedro de Souza Lopes, somando os roubos em geral na Avenida Luís Carlos Berrini (Vila Olímpia), ruas Cardoso de Mello, Guaraiuva (Itaim) e Gomes de Carvalho, os notebooks representam 25,76% - de janeiro a julho. "Não acho que seja um número significativo, mas sabemos que estão acontecendo roubos ali, principalmente de quem chega de táxi vindo de aeroportos", justificou o tenente.

A Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) foi procurada por três vezes na semana passada para informar o número de ocorrências no 96º DP (Brooklin) e no 15º DP (Itaim-Bibi). A SSP informou que os dados não estão disponíveis pois requer um levantamento manual nos DPs.




Nova rotina

Ladrões em motos avançam em trios

Quase sempre armados, os ladrões atuam em trios, mas cada um em uma motocicleta, numa distância de uns 40 metros entre eles, para não despertar suspeitas da polícia. Enquanto um dos
assaltantes aborda a vítima no carro ou a pé, as outras duas
motos dão cobertura para a realização do crime

Forma de ataque
Assaltante usa mochila de fast-food

Outra estratégia adotada é agir individualmente carregando uma mochila nas costas, como se fosse um entregador de comida.
O ladrão aparece na janela do motorista, o ameaça com uma
arma, e exige que entregue o computador rapidamente.
Quando não está armado ele simula o uso de uma pistola

Despiste
Comparsas dão cobertura para fuga

Os criminosos também costumam assaltar com um homem em
uma moto e dois comparsas dando cobertura num carro. Na hora do roubo, um ladrão desce, pula para a garupa, rouba o laptop e depois volta para o carro. O bandido continua na moto sozinho, mas a polícia fica procurando dois homens numa motocicleta

Na calçada
Eles fingem consertar moto antes de agir

Em alguns registros de roubos de notebook na Vila Olímpia a polícia identificou que criminosos agem na calçada. Fingem que estão verificando algum problema na moto, geralmente uma Honda CG, e, quando percebem a vítima passando, atacam. O ladrão sempre está de capacete com as viseiras escuras

Locais e horários
Criminosos atacam no início da noite

Na Av. Engenheiro Luís Carlos Berrini e Rua Guaraiuva, bandidos atacam a partir das 19h. As vias são as campeãs de assaltos. Nas ruas Gomes de Carvalho e Cardoso de Mello, os roubos ocorrem após as 18h. Na Av. Nações Unidas, bandidos assaltavam até o ano passado às 8h30





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Brasil é o 4°no mundo no ranking da Pedofilia


Leia e, depois, comente: Quais as características sexuais dos pedófilos Brasileiros, quanto a gênero, orientação sexual e grau de relacionamento.

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Google Chrome, o Navegador do Google


Chegou o tão esperado (será que é mesmo?) navegador do Google. O Google Chrome, cujo simbolo lembra o jogo Genius (veja a imagem).
Leve, sem muitas histórias, ele vem agregando todos os serviços que o Google já tem.
Se quiser conhecê-lo, acesse http://www.google.com.br/chrome.

Roberto Warken

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Pequenos Problemas, Grandes Pessoas

Olá!

Acabei de criar mais uma comunidade denominada Pequenos Problemas, Grandes Pessoas!
Ela ainda não está acabada e, nem vai estar porque vai funcionar de acordo com o trânsito de pessoas que irão propor os fóruns para discussão de temáticas específicas.

Ansiedade, Depressão, Alcoolismo, Síndrome do Pânico, são alguns dos pontos abordados.

Ajude a ajudar. Sozinho fica difícil fazer tudo.

PS: Médicos, Terapêutas e correlat@s até mais.
É um espaço para quem tem muito e precisa dividir com seus/suas iguais.
Não é compartilhar somente o problema mas, como uma possível solução pode acontecer.

Acesse: http://pequenosproblemas.ning.com/


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